Racismo cotidiano, interseccionalidad y experiencias ocupacionales en Terapia Ocupacional
Narrativas de vida de una mujer negra
DOI:
https://doi.org/10.25214/25907816.1992Palabras clave:
feminismo negro, interseccionalidad, historia de vida, Terapia OcupacionalResumen
Este artículo profundiza en las complejidades interseccionales, destacando la historia de vida de una de las participantes de una investigación. Dicha investigación buscaba comprender la vida cotidiana de mujeres negras vulneradas, a partir de la repercusión de las cuestiones raciales, de género y de clase social en las experiencias ocupacionales. Este planteamiento está alineado con elementos de las perspectivas críticas decoloniales e interseccionales en/para la Terapia Ocupacional; en este sentido, ratifica la utilidad del concepto de racismo cotidiano y de la teoría de la interseccionalidad para la comprensión de las experiencias ocupacionales de las personas negras. Se empleó el método de historia de vida como enfoque biográfico en el que la escucha cuidadosa permite capturar aspectos diversos y únicos de las experiencias humanas. La narrativa de la interlocutora en este artículo se categoriza en cuatro temas: la infancia de una niña negra; dimensiones interseccionales en los contextos educativos y laborales; subjetividad y corporalidad, y comunidad, reinvención y resistencia. Los relatos hicieron posible profundizar en los impactos en las experiencias ocupacionales, así, se reafirma la importancia de esas categorías de análisis para ampliar la comprensión de las encrucijadas que enfrenta cada persona negra en su trayectoria de vida.Descargas
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